img Saraga Schiestl
@Saraga_ND


E.E.B Altamiro Guimarães. Flores e índices em alta na Escola

Diretoria e APP fazem questão de manter a escola impecável para os alunos

img Saraga Schiestl
@Saraga_ND
Florianópolis

Começo esta semana apresentando as cinco escolas que tiveram os melhores conceitos apontados pela SDR (Secretaria de Desenvolvimento Regional) da Grande Florianópolis. A primeira parada é Antônio Carlos cidade que visitamos em um dia lindo de sol e ainda sentindo os últimos resquícios do inverno.

A única Escola Estadual da cidade, a Altamiro Guimarães, nos recebeu de braços abertos. Eu e a fotógrafa Rosane Lima – que particularmente é apaixonada por flores – nos impressionamos da melhor maneira possível com o jardim cultivado na escola. Tudo organizado, limpo e funcionando. Outro ponto que nos chamou a atenção foi a quantidade de bicicletas estacionadas pelo pátio, cena que é difícil ver nas escolas dos grandes centros, onde é quase impossível pedalar com segurança.

 Assim que chegamos à escola nos deparamos com três estudantes que não tiravam os olhos dos livros de matemática. Logo entendemos o porquê de tanto estudo: a escola é conhecida por se dedicar ao máximo nas olimpíadas de matemática. Todos os anos, troféus e outros prêmios incentivam os estudantes a buscarem melhores resultados. Nesse tempo, já foram conquistados livros para biblioteca, computadores e até quadra de esportes.

Amanhã trago novas galerias de fotos das escolas apresentadas na última semana.

 

 

 

Fontes:
Publicado em 03/10/11-17:53 por:
Saraga Schiestl.

E.E.B. Hilda Teodoro Vieira. Colorido para melhorar o ambiente escolar

Para encerrar esta semana, trago a última escola considerada preocupante pela SDR (Secretaria de Desenvolvimento Regional) da Grande Fpolis

img Saraga Schiestl
@Saraga_ND
Florianópolis

 A Escola Estadual Hilda Teodoro Vieira, localizada no bairro Trindade, na Capital, foi para mim um exemplo de superação. Por lá, as professoras arregaçam as mangas para pintar paredes e deixar o ambiente escolar um pouco melhor. A biblioteca é linda, toda colorida por desenhos feitos pelas educadoras. O problema é que, além das goteiras e da falta de materiais básicos – como mesas e cadeiras adequadas para o tamanho das crianças – quem organiza o acervo da biblioteca é uma professora que sequer conta com um computador para facilitar as pesquisas.

Talvez um dos grandes diferenciais da escola seja a oportunidade que alguns estudantes têm de participar do programa Mais Educação. No dia que eu e o fotógrafo Fernando Mendes visitamos a escola, acompanhamos um pouco da aula de música. Dava para ver a empolgação daqueles meninos e meninas ao aprender a tocar tambores e outros instrumentos. E melhor ainda, o professor de música dos garotos é um ex-aluno da E.E.B Hlda Teodoro. Quem melhor do que ele para incentivar que aqueles meninos tenham respeito e cuidem ainda mais daquela instituição de ensino?

Fontes:
Publicado em 30/09/11-18:14 por:
Saraga Schiestl.

E.E.B Dom Jaime Câmara. A escola inserida na paisagem paradisíaca do Sul da Ilha pede socorro

A escola do Ribeirão da Ilha pede socorro para melhorar as condições de espaço da biblioteca, ginásio e espaços de lazer

img Saraga Schiestl
@Saraga_ND
Florianópolis
Rosane Lima/ND
Na biblioteca, o espaço está cada dia mais restrito

O Ribeirão da Ilha apresenta uma das paisagens mais bonitas da Ilha de Santa Catarina. Os estudantes da Escola Estadual Dom Jaime Câmara são privilegiados pela vista, porém, sofrem em outros aspectos, principalmente quando o assunto é quadra de esportes e espaço na biblioteca.

Uma das grandes preocupações da direção fica com o trânsito intenso em frente à escola, localizada na rodovia Baldicero Filomeno, a principal do Ribeirão da Ilha. Nem mesmo nos horários de trânsito intenso a instituição conta com um vigia.

Na biblioteca, eu e a fotógrafa Rosane Lima nos surpreendemos com o pequeno espaço, que não abriga adequadamente as obras disponíveis.

Fontes:
Publicado em 29/09/11-12:48 por:
Saraga Schiestl.

E.E.B Maria do Carmo Lopes: onde o posto de saúde virou sala de aula

Depois que o forro de uma ala de salas caiu, o posto de saúde é utilizado pelas professoras para dar aulas

img Saraga Schiestl
@Saraga_ND
Florianópolis

 

Débora Klempous/ND
Interditado, o ginásio de esportes da escola transformou-se em 'abrigo' para livros e até equipamentos de dentista

 

A Escola Estadual Maria do Carmo Lopes, do bairro Serraria, em São José, já teria muitos desafios se fosse levado em consideração que ela está instalada entre várias comunidades vulneráveis e, ainda precisando receber estudantes de Biguaçu. Porém, quando eu e a fotógrafa Débora Klempous chegamos à instituição nos deparamos com uma das cenas mais impactantes entre todas as 10 escolas que visitamos no último mês. 

Começamos a caminhar pela escola e logo os deparamos com uma ala inteira de salas fechadas e logo descobrimos o porquê disso: o forro das salas havia caído no começo do ano enquanto professoras davam aulas para dezenas de crianças das séries iniciais. Hoje, enquanto não recebem reforma, as classes estão interditadas e somente a direção tem as chaves para abri-las. 

Mas a situação não pára por aí. Até porque aqueles alunos que correram riscos com o forro desabando, precisavam ser transferidos para outra sala de aula. Como emergência, os alunos foram levados para a biblioteca – que também é utilizada como uma espécie de cozinha particular para as merendeiras e auxiliares de limpeza -, sala de vídeo e pasmem: a escola Maria do Carmo tem aulas em um posto de saúde desativado. 

No posto de saúde, a professora da primeira série é obrigada a escrever o mesmo assunto em dois quadros – um negro e outro branco – porque a turminha é dividida em duas. Em dia de prova, enquanto uma parte da sala faz avaliação, a outra produz atividades diferentes. 

Por fim, nos deparamos com uma situação ainda pior. O ginásio, relativamente novo, está interditado. Primeiro porque as telhas estão quebradas e ameaçando cair e segundo porque todos os livros da biblioteca e materiais de saúde encontrados no posto estão jogados na quadra para dar espaço às “novas” salas de aula.  

 

Confira nesta quinta-feira (29) os bastidores da Escola Estadual Dom Jaime.

Mais tarde traremos uma galeria de fotos exclusiva da Escola Estadual Maria do Carmo Lopes

Fontes:
Publicado em 28/09/11-08:42 por:
Saraga Schiestl.

E.E.U Cristo Rei: sem pátio e com goteiras

Escola de São José nunca passou por reformas e, devido a rede elétrica precária, não podem ser ligados mais do que dois computadores

img Saraga Schiestl
@Saraga_ND
Florianópolis

Chovia quando eu e o fotógrafo Fernando Mendes chegamos à Escola Estadual Urbana Cristo Rei, do bairro Ipiranga, em São José. Na portaria, apenas uma segurança para dar conta dos 500 agitados alunos em pleno horário do intervalo das aulas. Além de controlar a entrada e saída de pessoas estranhas na escola, a mulher ainda tinha que implorar para que as crianças saíssem da porta da diretoria e seguissem para suas salas de aula.

Após alguns minutos de espera, a diretora Maria Cristina Valente, nos recebe e logo aponta para um dos graves problemas estruturais dentro da própria sala. Quando chove, ela e a secretária precisam correr com sacos de lixo para cobrir computadores e impressoras.

A condição piora ainda mais quando se observa o pátio da escola. Não há sequer uma mesinha em pé para que os estudantes possam fazer um lanche embaixo das árvores nos dias mais quentes. A diretora conta que a destruição do pátio acontece porque não há um muro que envolva a escola, o que permite a ação de vândalos e animais como vacas e cavalos que nos finais de semana invadem a escola.

Por fim, o ginásio da escola que é relativamente novo, nunca teve os banheiros concluídos para uso dos estudantes. Para evitar ainda mais vandalismos, a direção permite que a comunidade utilize o ginásio nos sábados e domingos, afinal, aquela quadra é um dos únicos espaços de lazer oferecidos à comunidade do entorno da escola.

Amanhã o blog traz os bastidores da Escola Estadual Maria do Carmo Lopes, de São José.

Confira a galeria de fotos feitas pelo fotógrafo Fernando Mendes. Clique na imagem para vê-la em tamanho maior.

 

 

Fontes:
Publicado em 27/09/11-08:49 por:
Saraga Schiestl.

E.E.B Laurita Dutra de Souza em imagens

Confira as fotos feitas na escola localizada no bairro Picadas do Sul, em São José

Confira as galeria de fotos feita pelo fotojornalista do Notícias do Dia, Marcelo Bittencourt. Clique nas imagens para vê-las em tamanho maior.

Não perca nesta terça-feira (27) os bastidores da E.E.B. Cristo Rei, também de São José.


Fontes:
Publicado em 26/09/11-19:07 por:
Saraga Schiestl.

E.E.B Laurita Dutra de Souza. Nem biblioteca, nem sala de aula

Na escola josefense, professores e alunos precisam lidar com mato crescendo, quadra inutilizável e sala de aula alagada

img Saraga Schiestl
@Saraga_ND
Florianópolis

Não é a primeira vez que entro na Escola Estadual Laurita Dutra de Souza, que fica no bairro Picadas do Sul, em São José. No começo do ano, quando as aulas começaram, fui surpreendida com uma ligação de uma mãe desesperada que denunciava as péssimas condições da escola. Chegando lá, a cena era realmente de guerra. Não havia como ensinar qualquer coisa naquele ambiente onde o mato estava tomando conta de tudo, as goteiras alagavam salas de aula e sequer a direção escolar estava formada. 

Meses depois, volto ao mesmo local. Agora com a diretora Maria do Carmo Koerich recebendo eu e o fotógrafo Marcelo Bittencourt. Porém, os problemas que vimos ainda são muito parecidos com aqueles em fevereiro. A preocupação está estampada no rosto das professoras daquela escola. E não é para menos: atrás dos prédios onde estão as salas, há um imenso terreno em desnível onde o mato não é cortado há tempos. Para completar a situação, as calçadas que levam às salas estão totalmente esburacadas. Em um dos casos, há até ferros soltos, prontos para machucar qualquer criança que corra pelo pátio. 

Mas, apesar dos problemas que também passam pela falta de salas de aula e biblioteca, os próprios alunos dão exemplo. Em uma sala minúscula adaptada com computadores e microfones, os estudantes criaram uma rádio escola. O local é tão pequeno, que dificultou o trabalho de Bittencourt, isso porque ele, a câmera e mais três adolescentes não caberiam na salinha da rádio de jeito algum.  Em todos os intervalos de aulas o trio Bruna Victoria, 13, Thays Crysthina, 15 e Nathalia Medeiros, 15, levam as novidades e tocam as músicas mais pedidas entre os estudantes. “Precisamos de uma reforma completa na escola, mas enquanto não vem, a gente tem que improvisar”, concordaram as meninas. 

Fontes:
Publicado em 26/09/11-06:30 por:
Saraga Schiestl.

Uma viagem pela educação na Grande Florianópolis

Conheça a realidade dos estudantes que todos os dias buscam a educação oferecida pelo Estado

img Saraga Schiestl
@Saraga_ND
Florianópolis

Fotos Rosane Lima e Fernando Mendes/ND
As discrepâncias da educação: enquanto em São Pedro de Alcântara os alunos têm até internet wireless, na vizinha São José, os estudantes têm sequer um pátio para brincar

Os 13 municípios da Grande Florianópolis contam com 122 escolas estaduais. Seria natural pensar que essas instituições receberam ao longo dos anos as mesmas condições para proporcionar um ensino igualitário aos milhares de estudantes que todos os dias saem de casa para buscar seus objetivos, sejam eles quais forem. 

Mas a realidade não é essa. Até mesmo dentro dos municípios a discrepância entre as estruturas das escolas estaduais é evidente. Mesmo do lado de fora é possível ver as diferenças: enquanto algumas instituições têm até flores no jardim para receber os estudantes, em outras, professores e direção mendigam por latas de tinta para dar um pouco de cor às paredes descascadas pela ação do tempo. 

Entender o porquê dessa diferença foi o desafio proposto para mim, Saraga Schiestl, repórter da editoria de Geral do Jornal Notícias do Dia e para os repórteres fotográficos Débora Klempous, Fernando Mendes, Marcelo Bittencourt e Rosane Lima. Durante três semanas percorremos 10 escolas estaduais em Antônio Carlos, São Pedro de Alcântara, São José, Florianópolis e Palhoça para conhecer a realidade de professores e alunos. Ouvimos histórias impressionantes, de professores que precisaram sair correndo com os estudantes das salas de aula porque o teto estava caindo. Mas também nos emocionamos com o esforço de diretores que, apesar de adversidades, conseguem unir forças e transformar a realidade dos estudantes com muito pouco. 

Nossa viagem pelas escolas estaduais da região começa segunda-feira (26), com a Escola Estadual Laurita Dutra de Souza, primeira instituição visitada por mim e pelo fotojornalista Marcelo Bittencourt, localizada em São José. 

Fontes:
Publicado em 25/09/11-10:20 por:
Saraga Schiestl.

Seja o primeiro a comentar. Clique aqui
Recomende para seus amigos
[+] Adcionar
Seu IP atual foi identificado: 184.22.105.216
Recolher

Formulário de Contato
/



Seu IP atual foi identificado: 184.22.105.216
8 registro(s). Página 1 de 1    -