Tarado é flagrado tirando as calcinhas da vizinha do varal para se masturbar

A conduta alterada do vizinho e amigo da família, ocorria em plena luz do dia. Apesar de ser flagrado por câmera de vigilância ele nega

Hélio Costa
Hélio Costa
Colunista do Jornal Notícias do Dia e apresentador do Jornal Meio Dia da RIC Record/ Florianópolis


Florianópolis

Tarado da calcinha
Leitora indignada com o vizinho tarado manda o seguinte e-mail à coluna: “Olá, boa noite! Há algum tempo minha vizinha, no Canto do Lamin, Canasvieiras, Norte da Ilha, vem se deparando com uns acontecimentos estranhos: ela, como de costume, lava suas roupas íntimas, mas quando olha para o varal as calcinhas somem, depois voltam como se tivessem vida própria. Preocupada, ela contou para o marido e o casal colocou câmeras de vigilância para ver o que está acontecendo. No primeiro dia de gravação não apareceu nada, tudo tranquilo na rua e no pátio da casa. Mas no segundo dia, o casal flagrou o vizinho, amigo da família, pegando as calcinhas e se masturbando. Após fazer o ato, ele lavou, recolocou a lingerie no varal e foi embora. Isso tudo acontece há mais de dois meses, em plena luz do dia. Além de pegar as calcinhas da esposa do vizinho, ele também levava as da filha de nove anos. O caso foi denunciado na 7ª DP. Apesar de as imagens serem nítidas, o tarado, nega”.

Denúncia
Uma denúncia levou uma guarnição do 7º BPM ao número 67, no bairro Jardim Eldorado, Palhoça, onde descansava um ladrão. Marcelo Domingos Marques, 32, o Picolé, não teve oportunidade de fugir pela janela porque o sargento Roberto avisou que a casa estava cercada. Sem alternativa, Picolé assumiu o furto e devolveu a televisão Phillips, LCD, de 40 polegadas, roubada na Ponte de Baixo, São José, que estava instalado no quarto dele.  Picolé foi indiciado por furto.

Não pegou
O Tribunal de Justiça confirmou decisão da 2ª Vara Criminal da comarca de São José, que condenou um homem por porte ilegal de arma de fogo. O acusado foi abordado pela polícia e flagrado com o revólver, mas alegou que estava a caminho da Polícia Federal, justamente, para entregar a arma. O argumento não convenceu o magistrado, que aplicou pena de dois anos de reclusão, convertidos em prestação de serviços à comunidade.

Justiça X Imprensa
Estão abertas as inscrições para o I Seminário Imprensa x Judiciário, a ser realizado no dia 19 de outubro, no auditório do Pleno do Tribunal de Justiça (TJ). Interessados devem acessar o site da academia, www.tjsc.jus.br/academia, na aba “inscrições abertas”. No ato da inscrição, que se prolonga até o dia 27 deste mês, deverá constar, obrigatoriamente, o e-mail do participante. Serão oferecidas 100 vagas. O encontro terá carga horária de 6 horas e meia.

Tatuado
Está corretíssimo o desembargador César Abreu que acolheu o recurso de um candidato aprovado no concurso da PM, que não pode fazer a academia porque ostenta tatuagem no corpo. Na Polícia Civil, vários policiais são tatuados.  Ao confirmar o recurso do candidato, o desembargador ressaltou: “A exclusão de candidato de concurso público, baseada no simples fato de possuir uma tatuagem, além de ser discriminatória, contraria os princípios constitucionais da razoabilidade e da proporcionalidade”.

Passional
A mulher que se apaixonou pelo caseiro e mandou o amante matar o marido deve estar arrependida até hoje, na cadeia.  A trama era para Christa e Vitor ficarem com os bens de Neri, casado há seis meses com a mandante do crime. O assassinato ocorreu no início de setembro. O caseiro convidou o patrão para uma caçada e quando chegou num ponto isolado da mata, Neri aplicou 29 facadas em Vitor Modesto.  O “burro” do caseiro que entrou no jogo da amante também pegou uma “cadeiada”.

Separação
Inconformado com a separação, que já duram sete anos, Mafrine cheirou cocaína, ficou agressivo e passou a jogar pedras no telhado da casa da ex-mulher, Salete, no bairro Cordeiro, em Itajaí. Como se isso não bastasse, ele invadiu a casa, quebrou louças, ameaçou Salete e foi contido pelos vizinhos até a chegada da PM. O valentão descornado foi enquadrado na Lei Maria da Penha.

Frase:
“Queremos saber qual é o cronograma das obras de reforma do PAI e o plano de emergência que a secretaria irá adotar neste período”, Alexandre Takashima, juiz corregedor do TJ sobre a falta de local, na Capital, para abrigar menores infratores.

Publicado em 14/09/12-02:46

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