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Diego Souza @ND_Online Florianópolis |
Os trabalhadores de transporte de valores de Santa Catarina entraram em greve nesta segunda-feira. Os funcionários das empresas Prosegur, Brinks e Protege reivindicam reajuste salarial com ganho real de 10%.
Além disso, o sindicato defende o aumento no vale alimentação de R$ 15,90 para R$ 18, 10% de gratificação para o chefe de equipe e 5% para o motorista. As cidades de Florianópolis, Itajaí, Blumenau, Joinville, Lages, Criciúma, Tubarão e Chapecó estão totalmente paralisadas. Os pontos que devem ser prejudicados são os bancos, supermercados e o reabastecimento dos caixas eletrônicos.
Segundo o representante em Florianópolis do Sindicato dos Empregados de Transporte de Valores de Santa Catarina (Sintravasc), Julio Maranhão, a adesão passa dos 90%. "Os empresários foram alertados da greve no dia 9 de abril. Um mês depois aconteceu uma reunião para ouvir os trabalhadores, mas não houve nenhuma negociação" afirma.
O administrador do Sindicato das Empresas de Vigilância e Segurança do Estado de Santa Catarina (Sindesp-SC), Evandro Fortunato Linhares, falou que haverá uma audiência conciliadora no dia 19, mas não soube responder sobre as ações para garantir os serviços até lá. “Os trabalhadores estão fazendo greve antes da audiência”, reclama.
A Prosegur não quis se pronunciar sobre o assunto. Até o final da manhã, a Brinks e a Protege não deram retorno ao contato do jornal Notícias do Dia.